A sorte de um amor tranquilo.

30 de out de 2013

Já tive amores de novela, amores eternos, já tive amores por meninos largados e por homens com ternos. Já tive amores maduros como uma criança mimada e infantis como adultos convictos. Já tive amores que viveram por um segundo e outros que morreram na eternidade. Já tive amores insanos e amores que só existiram embaixo dos panos. Já tive amores amigos, amores que foram mais que amigos e amores que nunca deveriam ter deixado de ser amigos. Já tive amores leves como chumbo e pesados como uma pena; amores por pessoas de alma pequena. Amores que me fizeram ir dormir chorando, outros que me fizeram acordar sorrindo. Já tive o azar de ter um amor platônico... E, olha, não foi nada harmônico. Já tive amores de escola, amores de balada, amores de metrô, amores que eu sabia que não dariam em nada... Já tive amores amores imaginários e esses foram os que mais chegaram perto de príncipes encantados... Já tive amores que vieram, amores que foram e amores que ficaram... Já tive amores que tiraram a minha paz, me faziam pedir sempre mais... Já tive amores instigastes e outros que não duraram mais que um instante... Já tive amores doces, amargos, azedos... E alguns que fizeram eu sentir um certo medo. Já tive amores proibidos e alguns até eram comprometidos... Já tive amores que me adoeceram, outros que me curaram e me reergueram... Já tive amores românticos, amores que por eles eu seria capaz de atravessar o oceano atlântico...  

 Dentre minha coleção de amores já sentidos, os mais importantes foram os que me provaram que até eu poderia sentir aquilo.... Mas como diria o mestre Cazuza: Eu quero a sorte de um amor tranquilo.  

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